Serra Gaúcha, onde ir?

Gramado, Serra Gaúcha, lembra?
 Sempre passamos por aqui algumas vezes no ano.
E hoje trago uma poesia, uma prosa, um verso, um trecho meu aqui do Sul e fotos para compartilhar.
 Adoro ler livros, poesias e sei que estas embelezam à muito tempo nossa “alma:”

“Tenho em minha alma uma prosa contente,
de ser gaúcha assim sorridente,
de olhar para cima e apreciar o céu  azul,
de olhar pra baixo e ter o verde aos meus pés esculpindo os morros
de cruzar a terra com flores e lembranças, mas não corro…
Só vou subir lá no topo  e sentir um frio fininho,
e  sorrindo sempre, porque sou uma gaúcha contente!”

Estamos no inverno, mas este ano creio que não  está sofrido muito não. As temperaturas estão  bem agradáveis.
O nosso céu aqui continua azul, limpo e suave.
Mas nossa planície sente a geada à noite, e fica assim torradinha:

O Lago Negro continua com muitos turistas nesta época.

E Canela, cidade vizinha de Gramado abriu-se os  guarda-chuvas:

Assim que chagamos pegamos o ônibus turístico para fazer uma  horinha para nosso compromisso, e olha quem estava toda faceira:

Descobrimos no passeio que na antiga colonização da cidade, aliás no início da colonização a conquista por territórios era marcada por alemães e Italianos, e suas casas tinham que ser diferentes, os alemães faziam casas com madeira na horizontal, e os Italianos faziam casas com madeira na vertical, interessante não?

Casa de Alemão

Casa de Italianos

A igreja de Gramado está aí, e teve sua construção iniciada em 1917, primeiro em madeira e depois em pedra.

Encontramos dois gatinhos gorduchos esperando por comida no restaurante do Lago Negro,

3 ganços alegres cruzando a rua do Lago, olha:

Minha filha cresce e nos  surpreende a cada dia.

Esta é a praça Major Nicoletti. Lugar para descansar pra quem quer passear pela rua Borges de Medeiros:

Estes foram alguns flashs dos últimos dias por aqui.
Um beijo e boa semana!
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